quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Saltar em quadra ficou fácil com um revolucionário tênis. Mas a NBA proibiu

Fonte: UOL
  • Reprodução
    APL Concept, o tênis que foi banido pela NBA
    APL Concept, o tênis que foi banido pela NBA


O ano era 2006. Dois irmãos gêmeos acabavam de sair da faculdade com uma frustração: sem o potencial atlético de seus companheiros, eles raramente entravam em quadra pelo time de basquete do qual faziam parte. Por mais que tentassem moldar o corpo para melhorar o rendimento, existiam limites. O que fazer para mudar isso? Unir ciência e esporte para criar um tênis que, simples assim, os ajudasse a pular mais.
Essa é a história do APL Concept, o primeiro tênis a ter seu uso proibido pela NBA por aumentar o rendimento. O veto é de 2010. Segundo a APL, os irmãos Adam e Ryan Goldston tentavam conseguir um selo de aprovação quando, em uma conversa por telefone, ouviram de um representante da NBA que a liga proibiria o calçado por "dar a seus usuários uma vantagem injusta em relação a seus rivais".
Essa vantagem tem origem nos números apresentados pela APL para elogiar os seus produtos: testes em laboratório dizem que os tênis aumentam de oito a 17 centímetros o alcance vertical dos usuários. De acordo com a AP, que publicou uma notícia sobre o veto, um terço dos novatos de 2010 da NBA chegou a conversar com a marca, para usar os tênis milagrosos.
Com o veto, porém, o tênis saiu do radar dos profissionais. OUOL Esporte conversou com alguns atletas que disputam atualmente o NBB. O único que já tinha ouvido falar do Concept foi o pivô Olivinha, do Flamengo. "Assim que saiu, pensei em comprar e tudo. Mas vi que o pessoal da NBA proibiu os jogadores de usarem. Como, depois da proibição, ninguém falou mais nada, eu desisti".
A própria Liga Nacional de Basquete, que organiza o campeonato brasileiro, afirmou que não existia proibição ao tênis. Mas afirmou que poderia ser feita uma análise caso alguma regra da Fiba fosse quebrada. Especificamente a que fala de equipamento: "qualquer equipamento projetado para aumentar a altura, o alcance dos jogadores ou proporcionar, de qualquer maneira, uma vantagem indevida, não é permitido".
O veto pode ter acabado com o sonho de jogadores pularem um pouco mais alto, mas fez com que a marca lucrasse. Usando como slogan "banido pela NBA", o APL virou um sucesso entre os basqueteiros de fim de semana. A marca vendeu, nos primeiros três dias após a proibição, o programado para nove meses. E essa imagem do tênis para as pessoas comuns segue até hoje. Um dos patrocinados da APL é o baixinho Porter Maberry: com 1,65m de altura, ele dá shows pelo mundo enterrando.
Após quatro anos, eles já estão consolidados no basquete e têm uma linha de corrida, que usa a mesma tecnologia de propulsão para ajudar na velocidade dos corredores. Essa tecnologia, aliás, é curiosa: basicamente é um sistema que usa a pressão feita pelo atleta quando inicia o impulso e devolve isso em forma de energia cinética quando o atleta salta, trabalhando como uma mola. Tênis normais fazem isso, mas estão mais focados no amortecimento do impacto do que na impulsão propriamente dita.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

5 plantas que funcionam como repelentes naturais

Ter uma horta caseira é algo muito prazeroso e que traz inúmeros benefícios. No entanto, o pacote também inclui alguns percalços, como os insetos, atraídos por alguns tipos de cultivos. Para ajudar a minimizar este problema, o CicloVivo separou uma lista com cinco plantas que ajudam a manter os insetos longe de casa:

Citronela


Esta planta medicinal é um dos repelentes naturais mais famosos. Mesmo quando está no jardim, ela ajuda a manter moscas, mosquitos e formigas distantes. O ideal é que ela esteja plantada no caminho do vento, para espalhar o cheiro e aumentar a eficácia.

Outro jeito interessante de usar essa planta é criar uma solução com água. Basta usar as folhas como se fosse fazer um chá. O líquido pode ser passado no corpo ou usado para limpar chão e janelas. O cheiro é agradável aos humanos e odiado pelos insetos.


  Image: STOCK (Banprick).

Lavanda

As lavandas são pequenos arbustos, que podem ser plantados em vasos e usados como decoração ou para aromatizar ambientes. Além dessas utilidades e de ter uma flor muito bonita, a lavanda também ajuda a espantar os mosquitos naturalmente.


  Image: STOCK (Anskuw).

Manjericão


Assim como outras plantas de cheiro forte, o manjericão também é eficiente para afastar insetos. Além do plantio, ele também pode ser transformado em uma solução repelente. Para isso, faça um chá com as folhas, usando 120 ml de água. Depois, coe a mistura e acrescente 120 ml de vodka. Essa solução pode ser borrifada sobre as plantas.

   Image: STOCK (Margoe Edwards).

Crisântemo

O crisântemo possui piretrina, uma espécie de inseticida natural. A substância repele os mosquitos e outros insetos, como: baratas, besouros e moscas. Para usá-lo como repelente natural é possível até mesmo esfregar as flores na pele e assim evitar as picadas.

  Image: STOCK (Noppharat05081977).

Alecrim

O alecrim é ótimo para ter em casa. Além de dar um toque especial às receitas culinárias, ele espanta mosquitos e ajuda a manter os gatos longe das hortas, jardins e quintais. Uma boa sugestão é colocar folhas de alecrim também nas caixas de areia de crianças, para evitar a presença de gatos.
 
  Image: STOCK (Coramueller).


Fonte: CicloVivo.

Brasil exporta gerente e importa técnico para ‘chão de fábrica

RENATO JAKITAS Dezembro 2014  Fonte: http://economia.estadao.com.br/blogs/expediente/gerente-tecnico/
Pesquisa cruzou dados de 170 multinacionais presentes no Brasil
Pesquisa cruzou dados de 170 multinacionais presentes no Brasil

De cada dez brasileiros enviados por suas empresas para trabalhar no exterior, seis são especialistas em gestão, atuando como gerentes, diretores ou presidentes em suas companhias. Já em sentindo inverso, com relação aos estrangeiros transferidos para o Brasil, a maioria (62% dos casos) é formada por técnicos ou por mão de obra em funções operacionais.
Essa movimentação, que coloca o Brasil como exportador de mão de obra altamente qualificada e importador de postos de “chão de fábrica”, é o principal e mais surpreendente resultado de uma ampla pesquisa realizada pela Global Line, empresa de consultoria e treinamento especializada em expatriados.
Batizada de Mobility Brasil 2014, o estudo cruzou dados de 170 multinacionais presentes no Brasil (cerca de 80% delas estrangeiras), que movimentam um contingente de 6.336 expatriados. Deles, 53% (3.358) são brasileiros no exterior. O restante, formado por 2.978 profissionais, são estrangeiros instalados no País.

Para Marcelo Ribeiro, sócio da Global Line e responsável pelo levantamento, essa discrepância entre o perfil da mão de obra importada e exportada pode, em um primeiro momento, ir contra o que se imagina, de que o brasileiro no exterior está, salva raras exceções, fadado ao subemprego, dado a formação deficitária de nosso profissional. Esse é um julgamento apressado, ele diz, que esconde um problema maior.
“O Brasil envia gerentes e traz técnicos justamente por conta de nossas deficiências técnicas em relação à Europa e aos Estados Unidos. O gerente vai para o exterior para adquirir expertise de gestão, para conhecer o que esses países já aplicam nesse campo e, futuramente, poder voltar para ocupar posições seniores”, conta o especialista. “Já o técnico vem para cá, em maior número, para treinar a equipe operacional das empresas e, feito isso, ele regressa para seu país de origem”, afirma.
Um exemplo dessa dependência é que, enquanto existem poucos estrangeiros alocados em cargos de gerência no Brasil, um em cada cinco presidentes, vice-presidentes ou diretores de multinacionais locais são expatriados.

“É muito interessante perceber que 19% dos expatriados vindos para o Brasil ocupam posições de altíssima gestão. É um número muito alto quando a gente leva em consideração que esses cargos representam apenas 1% das posições dentro das empresas”, conta Marcelo Ribeiro.
“Isso é natural”, continua o sócio da Global Line, “porque o número de multinacionais com headquarters (sedes) no exterior é muito mais significativo do que as ‘multis’ de bandeira nacional. E é lá fora, nesses headquarters, onde está instalada toda a inteligência dessas empresas.”
Ranking. Em outubro último, como faz todos os anos, o HSBC compilou uma lista sobre os melhores destinos do mundo para trabalhar fora de seu país de origem.
O banco entrevistou 9 mil profissionais expatriados e elaborou o ranking com base na situação econômica, experiência global e condição de familiar oferecido pelos mercados analisados.
A lista com 100 países foi encabeçada pela Suíça, seguida por Cingapura e pela China. O Brasil apareceu em 32º lugar, atrás de México, Vietnã, Catar e África do Sul.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Japão termina construção de cidade inteligente e sustentável (Japan finishes construction of smart and sustainable city/Japón termina la construcción de ciudad inteligente y sostenible).

A prioridade é a consciência energética e ecológica.
A prioridade é a construção de imóveis que promova eficiência energética e sustentabilidade.
{The priority is the construction of buildings to promote energy efficiency and sustainability}.
[La prioridad es la construcción de edificios para promover la eficiencia energética y la sostenibilidad].
Imagens: Divulgação.



A construção da cidade, na Província de Kanagawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tóquio, faz parte de um projeto de recuperação de áreas devastadas pelo terremoto e tsunami realizado pela Panasonic com mais oito empresas parceiras. A prioridade na “Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa” é a consciência energética e ecológica.

As casas já possuem painéis solares embutidos, que fornecem energia para a residência e ainda armazenam o excedente em uma bateria para uso posterior. O projeto também oferece um bairro exclusivo para moradores que não possuem carros próprios, com opções para o compartilhamento e alugueis de carros elétricos.


Toda a cidade é equipada com sensores em rede que controlam a iluminação pública e garante, que a energia não seja desperdiçada através de uma “smart grid” local. O município também tem um "eixo verde", com parques e plantio de vegetação ao longo das estradas principais. São várias soluções para alcançar um novo estilo de vida e um novo modelo de desenvolvimento econômico.

Fonte: CicloVivo.

Casa sustentável é construída com apenas 8 mil reais (Sustainable house is built using just US$ 3800 / Casa sostenible se construye con sólo US$ 3800)

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Imagine erguer uma casa com apenas 8 mil reais e o melhor, feita com materiais sustentáveis. Utilizando apenas produtos encontrados na natureza um grupo de amigos construiu com as próprias mãos esta casa natural e de baixo custo que levou cerca de nove meses para ficar pronta!
{Imagine build a house with just US$ 3800 and the best, using sustainable materials, and took about nine months to get ready}
[Imagina construir una casa con sólo US$ 3800 y el mejor, hecho con materiales sostenibles y que se llevó a cerca de nueve meses para prepararse]!

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As estruturas da residência são basicamente compostas de COB, uma mistura de argila, areia e palha. O material de construção, divulgado recentemente pelos movimentos de sustentabilidade, é a prova de fogo, altamente resistente a abalos sísmicos e tem um custo quase nulo.

Outra vantagem do COB é que as paredes feitas a partir dele servem como massa térmica, mantendo a casa fria no verão e quente no inverno. O material também é resistente a climas úmidos e se for bem trabalhado pode durar séculos.

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Fonte: Portal do Meio Ambiente.

Produção de lixo eletrônico é cinco vezes maior que há 14 anos (E-waste production is five times greater than 14 years ago/Producción de residuos electrónicos es cinco veces mayor que hace 14 años)


Segundo relatório da ONU cada pessoa produz 7 kg de lixo eletrônico ao ano!
[According to UN report, nowadays each person produces 7 kg of e-waste per year / 
Según informe de la ONU cada persona produce 7 kg de basura electrónica por año].
Imagem: REUTERS (Divulgação).

Milhões de celulares, câmeras digitais, computadores, tablets e outros gadgets eletrônicos acabam a cada ano no lixo comum, o que representa um enorme perigo para a saúde e para o meio ambiente, segundo adverte as Nações Unidas.

E o problema só cresce. Se no ano 2000 foram produzidas cerca de 10 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, agora em 2014 são 50 milhões, equivalente a oito vezes o peso da pirâmide egípcia de Gizé. Esse número significa que cada habitante do planeta produz em média sete quilos de lixo tecnológico e os cálculos da ONU preveem que nos próximos três anos esses resíduos aumentarão em um terço.

O lixo per capita produzido varia de acordo com a riqueza e consciência ambiental de cada país, e vai desde os 63 kg gerado por um cidadão do Catar, passando pelos quase 30 de um americano, os 23 de um alemão, os 18 de um espanhol, os sete de um brasileiro ou os 620 gramas de um malinês.

Muitos aparelhos eletrônicos, que têm vida útil cada vez mais curta, estão carregados de metais pesados muito prejudiciais à saúde.

Materiais como chumbo, mercúrio, cádmio e zinco podem ser uma fonte contaminante no longo prazo se não forem reciclados de forma adequada.

Isso só acontece com uma parte mínima parte de todo esse lixo, denunciam a ONU e grupos de proteção do meio ambiente.

O Escritório das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), com sede em Viena, calcula que em 2016 os países em desenvolvimento produzirão mais lixo eletrônico que os industrializados.

Um desafio ainda maior porque essas nações contam com menos meios para abordar o problema.

Para dar uma resposta a esta situação, a ONU lançou a Iniciativa Step, para promover a reutilização e aumentar o ciclo vital dos produtos eletrônicos.

Ruediger Kuehr, secretário-executivo da Step, reconhece que embora este seja um problema ambiental subestimado, pelo menos está começando a figurar na agenda política internacional.

“Estamos muito no início, por enquanto não podemos dizer que estamos no bom caminho, mas pelo menos está ocupando um espaço na agenda política”, explicou o especialista alemão à Agência Efe em Viena. “Os governos conscientes sabem que isto é uma bomba-relógio e que devem tomar decisões”, assegurou.

Fonte: Estadão.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

INVENTOR CRIA MÁQUINA QUE TRANSFORMA REFRIGERANTE EM ÁGUA POTÁVEL

Fonte: https://www.lealmarcasepatentes.com.br/inventor-cria-maquina-que-transforma-refrigerante-em-agua-potavel/
Há muitos países no mundo em que é mais fácil conseguir uma garrafa de Coca Cola do que um copo de água potável. Não é surreal? Em uma intervenção criativa e recheada de crítica, o artista multidisciplinar Helmut Smits criou uma máquina capaz de transformar refrigerante em água pura. Chamado de “The Real Thing” – qualquer semelhança com um dos motes da marca não é mera coincidência. O projeto foi apresentado durante a Dutch Design Week, a Semana de Design da Holanda.
O artista teve a ideia de criar a máquina em 2006, mas precisou da ajuda de Martien Wündermann, do Synthetic Organic Chemestry Gorup, da Universidade de Amsterdam, para colocá-la em prática. A invenção ferve o refrigerante, condensando o vapor criado e adicionando sais minerais para tornar a água própria para o consumo.
“Quando eu olhei para a Coca Cola como se fosse a primeira vez, eu vi água suja e marrom, então me pareceu lógico filtrá-la para ter água potável, assim como fazemos com o esgoto”, afirma Helmut Smits. Alguns estudos mostram que para produzir 1 litro de Coca Cola, são gastos 9 litros de água potável e, segundo o artista, este foi outro fator que o motivou a seguir em frente com o projeto. “É absurdo”, afirma ele.
O artista não pretende vender máquinas como esta e muito menos bater de frente com a multinacional. Para ele, a “The Real Thing” é a forma que encontrou para fazer as pessoas refletirem sobre o mundo e o que tem dentro de seus copos.
foto © Helmut Smits