segunda-feira, 23 de junho de 2014

São Paulo receberá o ISWA 2014 - Congresso Mundial de Resíduos Sólidos

Tadeu Melo Júnior - 23/06/14

No ano passado, tive a oportunidade de participar do RSW 2013, evento preparatório para o  Congresso Mundial de Resíduos Sólidos da ISWA - Associação Internacional de Resíduos Sólidos, evento marcado para os dias 08 a 11 de setembro de 2014.


Nesse ano teremos mais de 200 apresentações técnicas, distribuídas em cerca de 20 sessões, abordando os principais assuntos relacionados com a temática dos resíduos sólidos, com destaque para as boas práticas e experiências de sucesso no encaminhamento de soluções adequadas.
Além dessas excelentes palestras, revelando soluções práticas para problemas comuns enfrentados por diferentes países, talvez um dos principais diferenciais do encontro desse ano seja a oportunidade de participação do evento paralelo, o Fórum Global de Resíduos Sólidos coordenado pela IPLA/ONU, com foco nas demandas dos municípios.

Fique atento e confira mais no site do evento!
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Last year, I had the opportunity to participate in the RSW 2013, preparatory event to the ISWA 2014 - scheduled to next 8 to 11 September at São Paulo, Brazil. 
The ISWA World Congress is one of the world’s most important congresses about waste management. 
The ISWA Congress offers you the opportunity to update your knowledge on the latest trends, developments and perspectives for the waste sector. 
More information: http://iswa2014.org/

CONTENTORES SUBTERRÂNEOS PARA COLETA DE RESÍDUOS: uma nova visão de coleta de RSU (Going Underground: putting waste containers underground!)

Sempre é possível inovar - e reduzir gastos e problemas!






Por que não avaliar o uso de CONTENTORES SUBTERRÂNEOS para armazenar resíduos sólidos urbanos?! A empresa Sotkon desenvolveu sistemas que ampliam o armazenamento! 
Além disso, no processo há redução dos custos de coleta, além  de aumento nas taxas de reciclagem! Acima de tudo, evitam a dispersão de resíduos, entupimento de esgotos, proporcionando ambiente limpo e agradável. 

Existem mais de 20.000 sistemas subterrâneos instalados em diversos municípios situados em mais de 12 países.

Saiu ontem matéria sobre o processo, instalado no município de Paulínia! VEJA AQUI!


Para conhecer mais acesse o LINK da Sotkon!

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Sotkon is a complete refuse collection concept and is supported by a unique modular, scalable, unobtrusive, system. 
Our plan was to create a system that reduces collection costs, increases recycling rates, is cost effective and above all provides a clean and pleasant environment.
Leak proof waste and recycling containers are hidden from view underground whilst waste is collected through discreet stainless steel intake columns on the surface. 

To reduce the cost of waste collection was developed a system that is truly environmentally friendly. The system can reduce overall operating costs for refuse collection by more than 30% using less manpower, fewer vehicle movements and less energy consumption. The system also promotes separation recycling streams at source, reducing on-going waste processing. 

This idea of cost efficiency is maximized by the use of Sotkon intelligent system which allows an optimization in the collection system.

Our company is proud to have a system that allows considerable savings and a remarkable low payback period.
Payback period

expenditure before and after utilising the sotkon system

domingo, 22 de junho de 2014

Investidores anjos são opção para alavancar empresas iniciantes

Publicado em junho 25, 2010 | Por pme_mint2013 | Economia, Empresas, Investimentos, Mercado,Startups, Voz do Empreendedor
Investidores anjos são grupos que aplicam capital em empresas iniciantes, conhecidas como start-ups. No Brasil existem quatro grupos desse tipo: o Floripa Angels (http://www.floripaangels.org/) (em Florianópolis) o Gávea Angels (http://www.gaveaangels.org.br/) (no Rio de Janeiro), o  Bahia Angels (http://www.privco.com/investors/angel-investor-group/bahia-angels)(em Salvador) e o Anjos do Brasil (http://www.anjosdobrasil.net/nucleo-satildeo-paulo.html) (em São Paulo). Cada um dos grupos de investidores é focado em um segmento de negócio no qual busca investir. “Nós buscamos negócios de internet com algum potencial de internacionalização”, explica Marcelo Cazado, fundador e diretor executivo da Floripa Angels.
De acordo com Marcelo, eles buscam empresas que possam crescer sem que a estrutura física e o corpo de funcionários precise aumentar também. “Nossos servidores estão todos na nuvem, utilizamos o conceito de computação em nuvem”, exemplifica Cazado. Se você está interessado em receber capital de investidores anjos, basta enviar o plano de negócio da sua empresa para a Floripa Angels (ou qualquer uma das outras três citadas anteriormente). O processo de seleção é bastante rígido, de acordo com Marcelo, apenas 10% dos planos de negócio enviados são aprovados e passam pelo crivo inicial.
Para esses investidores a lucratividade do negócio não é fator determinante no momento da escolha de investir. “Queremos empreendedores com capacidade de execução e negócios inovadores com potencial de crescimento e lucro”, conta o investidor. Os investimentos variam entre R$30 mil a R$1 milhão são realizados em diversas etapas. Os investidores recebem participação societária em ações preferenciais da empresa.
No caso da Floripa Angels, as empresas devem estar em Florianópolis. “Nós investimos capital financeiro e intelectual nesses negócios. Portanto esse contato inicial é muito importante”, explica Cazado. Um exemplo de empresa que recebeu capital de investidores anjos da Floripa Angels é a Bookess, uma editora e uma biblioteca online, em que o usuário pode criar seu próprio livro ou distribuí-lo em nível mundial. “A empresa não existia quando recebemos o seu plano de negócio, mas acreditamos no potencial de execução do dono da ideia”, relembra Cazado. A Bookes é uma empresa com potencial de expansão para outros países, basta traduzir o site. “São empresas assim que estamos procurando, que tenham forte potencial de expansão para outros países”, finaliza.

Tem uma idéia brilhante?

Submeta aos anjos.....

http://www.anjosdobrasil.net/submeter-projetos.html

...e boa sorte.......

sábado, 21 de junho de 2014

O Brasil super-rico de potencialidade energética tornar-se-á um “sem-energia”?

Por Jeferson Leal - OPINIÃO (Gestão Ambiental & Desenvolvimento Sustentável) - 20/06/14
Manifestação em New York contra Belo Monte. Ambientalismo pode inviabilizar o futuro energético do Brasil
Manifestação em New York contra Belo Monte.
Ambientalismo pode inviabilizar o futuro energético do Brasil


Temos território mais do que suficiente para construir hidroelétricas que garantam o presente e o bem-estar das gerações futuras de brasileiros, nossos descendentes.

Porém, eis que, apesar de todos esses recursos, teme-se seriamente no exterior pela miséria energética em que o País pode cair.

O problema não está na natureza brasileira, escreveu o “Chicago Tribune”, mas na política. E nós acrescentamos: na política que dá asas ao ambientalismo radical, inimigo visceral do progresso e da civilização, em nome de uma utopia anarco-tribalista. 

Essa política já está influenciando as perspectivas de investimento internacional e rebaixando a confiança no Brasil. 

O “Chicago Tribune” exemplifica com a declaração do governo de que em 2014 serão consumidos R$ 12 bilhões ($5,2 bilhões de dólares) para substituir a energia hidrelétrica, que é barata, por energia mais cara, gerada em plantas de gás natural, carvão e petróleo.


O Brasil é super-rico em água doce:
tem 12% da água doce superficial do planeta!
Confluência dos rios Negro e Solimões na Amazônia
Um efeito dessa despesa seria, segundo o jornal americano, diminuir o crescimento do PIB brasileiro de 1,7% previsto a 1% ou menos. O jornal cita como fonte o banco BTG Pactual SA. Segundo este banco, os altos preços da energia podem estimular o racionamento. 

A culpa não é de São Pedro. “A chuva é um fator, mas não é o único”, disse João Carlos Mello, presidente da Thymos Energia, empresa de consultoria e gestão de energia de São Paulo, citado pelo jornal. “Também é devida a políticas fracassadas e uma má gestão”. 

Veja a comparação entre EUA e China que chocou Bill Gates

Doug Kanter/Bloomberg
Trabalhadora mistura cimento em planta de construção em Dali, na China
Trabalhadora mistura cimento em planta de construção em Dali, na

Nos últimos 3 anos, entre 2011 e 2013, a China usou mais cimento (6,6 gigatoneladas) do que os Estados Unidos em todo o século XX (4,5 gigatoneladas).
O número vem do livro "Making the Modern World: Materials and Dematerialization" (em tradução livre, "Fazendo o Mundo Moderno: Materiais e Desmaterialização), do historiador tcheco-americano Vaclav Smil.
Ele é o autor preferido de Bill Gates, que dedicou um post inteiro no seu blog para o assunto. Desde que deixou o dia-a-dia da Microsoft, o homem mais rico do mundo tem se dedicado a iniciativas filantrópicas da sua fundação.
De acordo com o livro de Smil, vivemos hoje uma "desmaterialização relativa". Gates explica: "Na medida em que a inovação nos permite fazer um produto de forma mais eficiente, com menos materiais e energia, os preços caem e o consumo sobe. Menos metal por telefone, só que mais telefones, então mais metal no balanço final."
O caso chinês ilustra como ocorre a pressão: a urbanização intensa usa muitos recursos naturais (principalmente cimento), mas gera renda que gera consumo, o que por sua vez também aumenta a demanda por recursos.
A dúvida é: como continuar esse ciclo sem detonar o meio-ambiente?
Para Smil e Gates, o ritmo de aumento do consumo e do padrão de vida não vai diminuir tão cedo. Portanto, a única solução para evitar uma escassez no futuro é melhorar a eficiência e encontrar substitutos, além de apoiar fontes sustentáveis de energia.
Fonte: Exame (19/06/14).

quinta-feira, 19 de junho de 2014

QUANDO AS 4 LENTES DE INOVAÇÃO ENCONTRAM O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO - Parte 2

Tudo começou a ficar mais claro quando começamos a construir o Workshop final, aquele um que seria em uma praia deliciosa. Talvez aqui esteja a principal reflexão sobre tudo isso: no fundo, em um processo de planejamento estratégico, o desafio é tocar “Aquelas” questões chave que a organização precisa tratar, onde em boa parte das vezes, as ferramentas são apenas um caminho para chegar lá.
Partindo das ideias geradas nos países, mais todos os insumos gerados com lentes, os participantes do workshop, a alta liderança da organização, tinha ao término do primeiro dia do workshop, uma série de boas oportunidades para o negócio.
Os desafios então foram agrupar as ideias em temas maiores, que começavam a dar indícios de Temas Estratégicos, e ao mesmo tempo definir o que iríamos executar, testar, refletir um pouco e, finalmente, descartar, como ilustra a figura abaixo:
Feitas as escolhas, o que ocorreu surpreendentemente rápido, chegamos a nossa conhecida trilha estratégica, criada originalmente pelo nosso GURU Saulão, ou seja, chegamos a 7 temas estratégicos, frutos do agrupamento de ideias consideradas de implementação imediata, além de ideias para reflexão e experimentação.
Trilha
Infelizmente, por questões de confidencialidade, não podemos compartilhar aqui as ideias, mas cada tema hoje é um projeto estratégico, com Líder e equipe de implementação.
O que não fizemos e que acho que poderíamos trabalhar no futuro?
Que tal pensar as quatro lentes como um bom substituto para a  análise SWOT!
Fonte: Inovação e Estratégia (Junho/2014).