quarta-feira, 6 de agosto de 2014

CicloVivo leva pista de dança sustentável para a Feira Greenbuilding Brasil 2014

Agosto de 2014

A cidade de São Paulo recebe, nesta semana, o maior evento de construção sustentável da América Latina e o portal CicloVivo estará presente, mostrando tudo o que acontece na feira. Além da cobertura, o site também contará com um estande, equipado com a “Ecopista”, fornecida pela EcoGreens Soluções Sustentáveis. O sistema transforma o movimento das pessoas dançando em energia limpa, suficiente para recarregar celulares e outros gadgets.
Quem passar pelo estande do portal, além de poder se divertir na “Ecopista”, ganhará uma caneta biodegradável feita com amido de milho, fabricada pela Ekobio. Após o uso completo da tinta, o material ecológico pode ser descartado no lixo orgânico e, através do processo natural de compostagem, se degrada em aproximadamente 180 dias.
O espaço do CicloVivo será decorado com móveis de papelão de fácil montagem, que não utilizam cola e nem grampos, mas são resistentes e duráveis. A Cartone é a empresa responsável pelo desenvolvimento das mobílias ecológicas.
"A missão do CicloVivo, tanto no site como no evento, é criar experiências sustentáveis onde as pessoas possam usar seus sentidos para constatar que não é chato ser sustentável, mas sim que isso pode ser até divertido" explica Mayra Rosa fundadora e editora-chefe do CicloVivo.
O Greenbuilding Brasil 2014 ocorre nos dias 5, 6 e 7 de agosto no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Resultados do Facebook mostram que 62% de toda receita de publicidade já é móvel (Facebook new results appoint that 62% of all advertising revenue is nowadays realized by mobile plataform)

facebook

O Facebook divulgou há cerca de uma semana os resultados financeiros para o segundo trimestre do seu ano fiscal de 2014, com lucros de US$ 2,91 bilhões e US$ 0,42 de ganho por ação (EPS). No mesmo período do ano passado, a empresa havia registrado resultados de US$ 1,81 bilhão, o que significou um crescimento de 61% na receita.

O crescimento do site no trimestre surpreendeu estimativas de Wall Street, que previam um lucro de US$ 2,81 bilhões e US$ 0,32 EPS.

"Tivemos um bom segundo trimestre. Nossa comunidade continua a crescer e vemos muitas oportunidades à frente conforme conectamos o resto do mundo", escreveu o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, no documento.

O maior destaque dos resultados, no entanto, é o desempenho da plataforma mobile da rede social, que já é responsável por 62% de toda a receita com publicidade. No mesmo trimestre do ano passado, a receita móvel correspondia a 41% de toda publicidade. A velocidade de crescimento de receitas móveis já é duas vezes maior que outras plataformas. 

Os números mostram algo que há algum tempo já é observado pelo Facebook: a base móvel é, sim, a mais importante. Do total de 1,32 bilhão de usuários, 391 milhões são considerados exclusivamente móveis. 

O número é bem superior aos 240 milhões de usuários exclusivamente desktop. No total, o Facebook já tem 1,05 bilhão de usuários móveis por mês – com um retorno diário de 63% deles.

Vale destacar que recentemente as ações do Facbook bateram um novo record histórico, subindo 6,7% para US$ 76,03 na abetura da bolsa de Nova York, Dow Jones. O record anterior tinha sido de US$ 72,59, em barço deste ano.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA!

Fonte: CANALTECH.

Serviços de customização é a nova aposta das marcas de luxo

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29/06/2012
Reportagem: Gilberto Júnior - Edição: MdeMulher
Clientes da Louis Vuitton podem estampar as suas iniciais em bolsas da grife
Foto: Getty Images
Já imaginou ter suas iniciais gravadas na bolsa Speedy, da Louis Vuitton, ou em um carré da Hermès? Ou ter milhões (sim, milhões!) de possibilidades de transformar seu trench coat da Burberry? Espalhadas pelos quatro cantos do mundo, as grandes maisons parecem ter encontrado na customização uma forma de agradar clientes exigentes e manter seus produtos - pelo menos os mais tradicionais - mais exclusivos ainda. "A globalização deixou o mercado de luxo acessível a um número maior de pessoas. O serviço personalizado é uma saída para criar peças únicas para consumidores que querem ser diferentes", aponta Christina Pitanguy, consultora de moda, imagem e luxo do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro.

Ao que tudo indica, a indústria da moda está realmente interessada em investir nesse segmento. A francesa Goyard, por exemplo, que chegou ao Brasil há pouco tempo, trouxe na bagagem o Atelier Marquage, que vai funcionar na própria loja, no JK Iguatemi, em São Paulo. "É a primeira vez que colocamos uma oficina de personalização visível em um de nossos ambientes. Queremos que as pessoas saibam que temos esse know-how", comenta Jeanne Signoles, a CEO.

Entre as marcas nacionais, o movimento também começa a ganhar força. O designer Alexandre Birman grava o nome da compradora em sapatos feitos sob medida. A Maria Bonita, que também oferece o serviço deluxe, cobra pela personalização - assim como as marcas internacionais. Mas os valores não entram em pauta. "Cada serviço é único. O pedido é analisado e é passado um orçamento", desconversa Alexandre Aquino, diretor do grupo carioca. Uma raridade na área da customização, o estilista Sandro Barros, ex-Daslu, não cobra nenhum centavo a mais pelos detalhes que borda nos vestidos de noiva de suas clientes.

Segundo Christina Pitanguy, a diferença do preço entre um produto customizado e um ready to wear é totalmente justificável. "Geralmente, o trabalho de personalização é feito a mão no ateliê da etiqueta. Ou seja, não se trata de fabricação em série. É preciso investir em tempo e mão de obra", finaliza. Veja agora o que algumas marcas - nacionais e internacionais - estão oferecendo a clientes que não se incomodam em pagar mais caro quando isso significa levar para casa um produto para lá de exclusivo.
A famosa Goyard desembarca no Brasil dando toque pessoal às charmosas bolsas
Foto: Getty Images

Goyard

A tradicional label francesa Goyard chega ao país com uma loja no badalado JK Iguatemi, em São Paulo, e traz seu Atelier de Marquage para que a consumidora possa dar seu toque pessoal às charmosas bolsas e malas da marca. "O serviço é feito a mão e exige vários dias de trabalho", diz Jeanne Signoles, a CEO. No Brasil, a customização será feita entre 15 e 20 dias. Em Paris, são necessárias seis semanas.

Burberry

Outra marca centenária, a inglesa Burberry, comandada pelo estilista Christopher Bailey, lançou o projeto Bespoke, que permite que os consumidores customizem o tradicional trench coat da grife. No site da etiqueta, o cliente tem a chance de escolher o comprimento do casaco, o forro, os botões, o cinto... Ao todo, são mais de 12 milhões de opções. O custo? A grife prefere não divulgar, já que o número de intervenções influencia o preço final do produto. Mas vale fazer uma simulação no portal.

Louis Vuitton

Em 2009, a centenária Louis Vuitton lançou o serviço de personalização Mon Monogram, hoje presente em quase 100 lojas, incluindo a do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. Sem citar valores, a marca customiza alguns de seus ícones, como a bolsa de mão Speedy, a bolsa de viagem Keepall e a maleta Pégase 55. A cliente pode estampar suas iniciais, com três letras e em dois tons, com listras verticais ou diagonais ou até mesmo uma combinação de iniciais e listras. Disponível em 17 cores, o serviço, já utilizado pela cantora Lily Allen, possibilita mais de 200 milhões de combinações por bolsa!  

Sandro Barros

Depois de responder pela linha couture da Daslu, Sandro Barros abriu recentemente seu espaço solo em São Paulo. O estilista confecciona quatro vestidos de noiva por mês, sempre com algum detalhe especial, como as iniciais da noiva bordadas no véu e o nome das amigas gravado em azul na barra do look - tudo sem acréscimo no custo final. "O mercado de luxo tem de oferecer esses atrativos", defende Sandro.

Maria Bonita

Na Maria Bonita, as peças podem ser confeccionadas em cores e tamanhos diferentes, e os modelos lisos ganham bordados, além de alterações no decote e no comprimento. "Acredito que luxo é exclusividade. A cliente precisa se sentir única", avalia Alexandre Aquino, diretor do grupo. Toda a rede de lojas oferece o serviço, que é feito por uma equipe especializada na fábrica da marca e leva, em média, um mês para ser concluído. Valores? Depende da encomenda.

Hermès

Há um ano, a centenária Hermès encontrou uma maneira de aproximar ainda mais as clientes de seus tradicionais lenços de seda, os chamados carrés. Na loja da Madison Avenue, em Nova York, a consumidora pode customizá-los com iniciais, datas e até uma mensagem especial. O serviço, batizado de Life in Silk, leva dez dias para ficar pronto.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Projetor quer transformar qualquer parede em uma tela touchscreen (Projector can turn any wall into a touchscreen model)!

Divulgação

TouchPico se conecta com smartphone e projeta uma imagem de 80 polegadas com interface interativa
(TouchPico connects using Smartphone and projects an image of 80-inch interactive interface. Imagem: Divulgação).

Uma equipe pede atualmente US$ 55 mil para iniciar a produção de um projetor compacto que se conecta com smartphones Android. O TouchPico, além de compacto, também vem com uma caneta especial que pode ser usada para fazer marcações sobre o conteúdo que é projetado na tela, exatamente como um quadro negro.

O aparelho é pensado para aplicações no trabalho, na escola e em casa. A caneta também evita a necessidade de uma segunda tela, como o quadro negro ou a lousa.

A campanha, que começou no último domingo, 27, e vai até o dia 26 de agosto, já arrecadou cerca de US$ 186 mil, pouco mais de três vezes o valor pedido.

CLIQUE AQUI e veja o vídeo do projeto TouchPico!

Fonte: Estadão PME (03/08/14).

Se não dá para endurecer o diamante, amoleça a peça (If you cannot make the diamond harden, then try to soften the piece)!

Se não dá para endurecer o diamante, amoleça a peça
A técnica pode ser utilizada nos equipamentos atuais, apenas adicionando uma espécie de cabeçote responsável pela aplicação do laser. [The technique can be used in existing equipment, adding just a type of 'head responsible' to laser application. Image: Deepak Ravindra/Micro-LAM Technologies].

Desgaste do diamante

A usinagem - o processo de trabalhar os metais, cortando-os ou desbastando-os - normalmente emprega ferramentas de diamante, que são caras e se desgastam rapidamente, sobretudo com materiais muito duros ou quebradiços.

"A maior questão em relação ao corte com diamante é que os diamantes são caros," resume o professor John Patten, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.

Se é difícil encontrar um material mais duro do que o diamante, e que seja barato, então a saída pode ser amolecer o material que está sendo cortado, usinado ou torneado.

"Se você puder encontrar uma maneira de amolecer o material que está sendo cortado, isto é, expor o diamante a um material mais macio, ele não vai se desgastar tanto, então você não terá que substituí-lo frequentemente, tendo que desligar a máquina todas as vezes que isso precisa ser feito," completa Patten.

Usinagem auxiliada por laser

Foi justamente isto que Patten e seu colega Deepak Ravindra conseguiram: eles desenvolveram um sistema que usa um laser para amolecer na medida exata o material que está sendo trabalhado.

Normalmente o calor é um problema nos processos de usinagem, o que exige o resfriamento da ferramenta e da peça.

Mas o calor do laser cuidadosamente aplicado amolece o material apenas o suficiente para que ele seja cortado ou desbastado mais facilmente, aumentando a vida útil da ferramenta de diamante.

A ferramenta híbrida também reduziu o número de quebras e fraturas nas peças, tornando o material mais forte ao melhorar sua integridade.

"O sistema resolve todos os principais desafios associados com a manufatura de materiais duros e quebradiços, como as cerâmicas e os semicondutores," disse Ravindra.

A grande vantagem é que a técnica, batizada de Micro-LAM (Laser Assisted Machining), pode ser utilizada nos equipamentos atuais, apenas adicionando uma espécie de cabeçote responsável pela aplicação do laser.

Os dois pesquisadores já estão se preparando para comercializar sua invenção com o auxílio da Fundação Nacional de Ciências (NSF) dos Estados Unidos.

Fonte: Inovação Tecnológica.

domingo, 3 de agosto de 2014

Catadores buscam customizar carroças por meio de financiamento coletivo

Julho de 2014

O projeto que busca tirar os catadores de rua da invisibilidade, Pimp My Carroça, ganha mais uma edição. Desta vez, a ideia é mobilizar moradores de todas as partes do Brasil para ajudar na customização de carroças.
Fundado pelo artista Thiago Mundano, o projeto consiste em pintar carroças, escrever frases de efeito e deixar o instrumento de trabalho dos catadores mais coloridos e visíveis para a sociedade. A iniciativa coloca em destaque a profissão que ajuda a coletar os resíduos recicláveis nas áreas urbanas, saiba mais aqui.

O Pimp My Carroça começou em São Paulo e já passou pelo Rio de Janeiro e Curitiba. Nessa nova fase, Mundano busca levar seu projeto para outras cidades e, para isso, lançou uma campanha para que qualquer pessoa inscreva os catadores de seus municípios.
A ação funciona da seguinte forma: a pessoa que já conhece o trabalho do projeto explica ao catador do seu bairro como funciona e convida-o para participar, se ele se interessar, basta convidar um artista e fazer uma campanha e inscrevê-lo para participar. Será aberta uma página no site de financiamento coletivo Catarse e a pessoa terá duas semanas para bater a meta.

Se o valor for alcançado, o beneficiado receberá um kit com todos os materiais necessários para customizar a carroça, como espelhos retrovisores, capa de chuva, luvas, buzina, entre outros itens. No dia da transformação da carroça, basta entregar os itens de segurança do kit para o catador e deixar que o artista faça o seu trabalho.
Alguns catadores de materiais recicláveis já foram inscritos e agora esperam terem suas carroças patrocinadas, confira a história deles no site.

O vídeo abaixo mostra a iniciativa no “Canal Pimp” dentro do Catarse:
http://ciclovivo.com.br/noticia/catadores-buscam-customizar-carrocas-por-meio-de-financiamento-coletivo

Crise de água em SP estimula denúncias coletivas

Agosto de 2014

Que São Paulo vive uma crise no abastecimento de água já não é novidade. Para conter o desperdício, vem acontecendo um racionamento velado, que não é reconhecido pela Sabesp ou pelo governo do estado, e, mesmo assim, ainda se percebe nas ruas que o gasto de água continua exagerado. Nesse contexto, surgem alguns movimentos para alertar sobre a gravidade do problema.
“Não quero água” é o nome de uma provocante iniciativa de jovens paulistanos para estimular a população a economizar. O grupo sai às ruas pintando essa frase nas calçadas junto à imagem do personagem Cascão, da Turma da Mônica, famoso por não gostar nem um pouco de água.
A iniciativa é formada por 15 publicitários que, segundo entrevista ao G1, trabalham com intervenções artísticas. Ao portal, o grupo informou que acompanha as notícias sobre o desperdício e o movimento é uma forma de alertar a situação.
A pintura é feita através da técnica de stencil, em que o jato de tinta é jogado por cima do desenho vazado. Os desenhos foram aplicados onde há mais probabilidade de serem vistos, como locais onde os pedestres param, sentam, ficam de pé.

Algumas intervenções nas ruas / Fotos: @naoqueroagua
Por meio de um perfil no Instagram, eles divulgam fotos das intervenções realizadas e pede que os seguidores enviem imagens que denunciem o desperdício em seus próprios bairros. O grupo ainda promete levar sua arte para a calçada dos vizinhos menos conscientes.

Imagem registrada na Avenida Roque Petroni, no Morumbi / Foto: @naoqueroagua

Imagem registrada em Alphaville / Foto: @naoqueroagua
Enquanto esse grupo apela para a arte, a rede “Faltou Água” foi criada para mobilizar a ação coletiva por meio da denúncia de falta de água nos bairros. O objetivo é mostrar que o racionamento está ocorrendo, mesmo com a negativa das autoridades.
Para isso, os internautas são convidados a registraram o endereço de onde mora e quando faltou água: “Nos últimos meses, quase todo dia”, “Nos últimos meses, muitas vezes”, “Este ano, de vez em quando”. Essas são as opções disponíveis para os registros. Além disso, é possível relatar, com detalhes, como foi o ocorrido.
Desta forma, será criado um mapa colaborativo com as informações da população paulistana. Os criadores do site afirmam que “se tivermos dados suficientes, poderemos cobrar as autoridades”. Através da plataforma virtual, é possível acompanhar as informações já registradas, confira aqui.

Faltou Água / Imagem: Reprodução
Por Marcia Sousa - Redação CicloVivo