quarta-feira, 13 de maio de 2015

Apple anuncia plano de preservação ambiental e energia solar na China (Apple announces environmental preservation plan and solar power in China)!

A Apple pretende construir uma usina solar de 40 MW.
Apple quer construir em conjunto com empresas uma usina solar de 40 MW na China!
[Apple plans to build with partner companies a solar power plant of 40 MW in China]!
Fonte: Apple.

Após anunciar grandes investimentos em energia limpa nos Estados Unidos, a Apple parece estar voltando suas forças para a China. Na última segunda-feira (11), o CEO da empresa, Tim Cook, desembarcou no país, anunciando uma grande parceria para a preservação florestal e para a construção de um projeto de energia solar.

[After announcing a series of major investments in clean energy in the United States, Apple seems to be returning forces to China. On last Monday (11), Tim Cook, the CEO company's, landed on that country, announcing a great partnership for forest preservation and the construction of a solar energy project].

A proposta na área das florestas foi desenvolvida em parceria com a ONG de proteção ambiental WWF. Conforme informado por Cook, a Apple financiará produtores para a implantação de padrões ambientais mais sustentáveis, que utilizem menos terras e água na produção da matéria-prima do papel.

O CEO deixou claro que a empresa norte-americana não plantará árvores na China, mas sim, trabalhará junto com a WWF para reduzir o impacto ambiental e social gerado pela silvicultura. A proposta, planejada para cinco anos, deve aumentar a quantidade de terras certificadas pela Forest Stewardship Council (FSC).

Durante o anúncio, a Apple confirmou a parceria com duas empresas especializadas em tecnologia para a produção fotovoltaica: Leshan Electric Power Co. e SunPower Corp. O projeto inicial prevê a construção de uma usina solar de 40 megawatts, que deverá produzir energia para abastecer parte das fábricas da companhia em solo chinês.

Fonte: CicloVivo.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Governo brasileiro prepara salto para energia solar fotovoltaica em residências e empresas (Brazilian government prepares to jump photovoltaic solar energy in homes and businesses).


Painéis fotovoltaicos já estão sendo instalados nas residências no Brasil!
[Photovoltaic panels are being installed in homes in Brazil]!
Fonte: Divulgação.

Uma ação coordenada do Governo Federal em várias frentes, com o estímulo do Ministério de Minas e Energia, deverá mudar nos próximos anos o cenário da geração de energia solar das grandes cidades brasileiras. 


Até 2024, cerca de 700 mil consumidores residenciais e comerciais deverão ter instalado em seus telhados e coberturas painéis fotovoltaicos, que transformarão a luz solar em energia elétrica. Quando houver excedente, a energia de sobra será vendida para a distribuidora, ajudando a reduzir a conta de luz do domicílio.


A estimativa é da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que prevê um potencial de 2 GW de potência instalada com essa modalidade de geração distribuída nesse período, com foco neste momento na energia solar fotovoltaica. Esse mesmo conceito de geração distribuída comporta outras formas de geração próximas do consumidor, como a eólica, ou até mesmo a de geradores. 


Outra estimativa de mais longo prazo, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), prevê que até 2050 cerca de 13% do abastecimento das residências no País deverá ser proveniente dessa fonte.


“Na energia solar, temos um elenco de ações para alavancar a fonte, seja pela microgeração, seja pela geração distribuída, seja por leilões de fontes alternativas. Você pode até ter casos de cogeração com a mesma subestação e a mesma linha, o que está acontecendo muito na Bahia. E também os flutuadores com fotovoltaica nas hidrelétricas”, avalia o ministro Eduardo Braga.

Entre as medidas estimuladas pelo Ministério estão a simplificação nas regras para a geração em casas e prédios comerciais; mudança na tributação da energia produzida; e fomento ao investimento industrial no setor. 

Um convênio levado ao Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), e já firmado pelos Estados de São Paulo, Goiás e Pernambuco na semana passada, prevê que o consumidor não pagará o tributo estadual (ICMS) sobre a energia que ele próprio gerar, mas apenas sobre o excedente que ele consumir da rede de distribuidoras. Por exemplo, uma família que consome 200 kWh ao mês e que produza 120 kWh, recolherá ICMS apenas sobre 80 kWh.


Esse convênio, que deverá ser firmado também por outros estados, é o ponto de partida para que a União também reduza a tributação do PIS/Cofins sobre esse tipo de geração, informou o ministro Braga. “Esse é um passo importante. Agora nós vamos partir para dentro do governo para fazer a desoneração do PIS e do Cofins. Esperamos que, com isso, possamos colocar de pé nossa proposta de geração distribuída e geração microdistribuída solar no País”, afirmou.

Na última terça-feira (05), a Aneel também deu novo passo para simplificar e acelerar os processos de geração de energia com painéis solares, com a revisão da Resolução Normativa nº 482. A Aneel abriu audiência pública para debater o assunto. Segundo a Agência, a revisão deverá reduzir as barreiras que ainda dificultam a conexão dos micro e mini geradores às distribuidoras. Desde a publicação da resolução em 2012 até março deste ano, foram instaladas 534 centrais geradoras, sendo 500 solar fotovoltaica, e a mudança deve estimular novos projetos.

Com a isenção, a instalação de projetos de geração de energia pelas residências ou prédios comerciais se torna mais atraente, com maior retorno sobre o investimento. Segundo estudo elaborado pela EPE no final de 2014, a capacidade instalada de geração distribuída fotovoltaica projetada em 2013 era de 835 MWp. Com a eliminação da tributação do ICMS sobre a compensação de energia, as projeções seriam alteradas para uma potência instalada de 1,3 GWp, ou seja, quase 60% maior.

Fonte: SOLAR.

Entenda a importância do tratamento de efluentes industriais com a escassez de água (Understand the importance of industrial wastewater treatment with water scarcity).

Mesmo com as chuvas intensas das últimas semanas, o Sudeste ainda vive a pior crise hídrica das últimas décadas e a possibilidade de um rodízio rigoroso alertou governos, sociedade civil e iniciativa privada de que a escassez de água só pode ser evitada com esforços conjuntos, como economizar no consumo diário, investir em medidas como captação, reaproveitamento de água da chuva e tratamento de efluentes.

[Even with the heavy rains of recent weeks, the Southeast region still lives the worst water crisis in decades, and the possibility of a strict rotation warned governments, civil society and the private sector that water scarcity can only be prevented by joint efforts, how to save on daily consumption, invest in measures such as capture, rain water reuse and wastewater treatment].

A indústria é responsável pelo consumo de 22% da água, enquanto a agricultura utiliza 70% e o uso doméstico fica com 8%. Um levantamento feito pela Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que em 2030 o planeta vai precisar de 40% a mais de água. Além disso, outro dado preocupa: o desperdício de água supera os 50% nas cidades. Considerada como um recurso natural renovável, a água para uso industrial e doméstico só consegue recuperar suas qualidades se corretamente tratada.

Entenda a importância do tratamento de efluentes industriais com a escassez de água

Para a indústria, que em muitos casos não necessita de água potável, uma das alternativas mais aplicáveis é a reciclagem do recurso. Isso é possível por meio do tratamento dos efluentes industriais. A água descartada pela indústria não tem os parâmetros necessários para o consumo humano, mas pode ser reutilizada para outros fins. Por exemplo, a indústria aplica em lavagem de reatores e tanques móveis, torres de resfriamento, caldeiras, lavagem de maquinário e de pátios, entre outros.

Escassez se combate com planejamento

O reúso é fundamental não somente em épocas de escassez de água, mas para o planejamento do futuro nas grandes cidades. Com o reúso, a indústria deixa de consumir água tratada pelas companhias de saneamento, normalmente água potável, e provoca uma reação em cadeia:

Com o tratamento de efluentes, a água contaminada deixa de ser encaminhada in natura para os rios. Isso faz com que o efluente tratado seja destinado adequadamente e a poluição nos cursos d’água diminua, o que melhora as condições das águas das cidades.

É gerada uma economia com a reutilização da água. O recurso potável é muito caro para o uso industrial e a água de menor qualidade faz com que as companhias gastem menos.

Tratamento reduz a captação. Se a indústria reutiliza a água, vai captar menos, pois já tem o suficiente para o consumo produtivo. Dessa forma, a indústria colabora para a manutenção das reservas naturais.

Aumenta a parcela do recurso para o consumo humano. Com uma parte menor destinada à indústria, cresce a porcentagem que é reservada para o uso doméstico. 

Tratamento gera círculo vicioso

O tratamento de efluentes pode ser feito mais de uma vez, ou seja, cria-se um círculo vicioso positivo. Essa gestão responsável dos recursos hídricos produz uma boa imagem para a empresa, pois ela estará associada a práticas ecologicamente corretas. Sua marca e seus produtos serão valorizados diante do consumidor. Numa época em que o bom uso da água é monitorado cuidadosamente pela sociedade, ter um projeto que maneja o recurso de forma a preservar as fontes e as demandas é essencial para o papel da indústria.

O Brasil ainda tem muito a crescer nesse segmento, e não só por conta da crise hídrica vivenciada atualmente. De acordo com um estudo feito por uma consultoria ambiental, a parcela de água produzida por meio do reúso não chega a 0,1% no Brasil, enquanto em Cingapura, considerado modelo nesse setor, o índice chega a 30% — os números incluem os consumos doméstico, industrial e agrícola.


CLIQUE AQUI e baixe um GUIA PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES!
[CLICK HERE and download a GUIDE FOR WASTEWATER TREATMENT]!

Fonte: TERA AMBIENTAL.

GE vê oportunidade na crise energética para vender turbinas no Brasil (GE sees opportunity on the energy crisis to sell turbines in Brazil)!

A crise do setor elétrico trouxe à tona a discussão sobre a necessidade de diversificação do modelo de geração de energia. E a GE Power & Water, braço para geração de energia da gigante americana GE, quer se aproveitar do debate para elevar sua participação no mercado brasileiro.

Linha de produção de turbinas da GE em Greenville (EUA)
Linha de produção de turbinas da GE Power & Water em Greenville (USA).
[Turbine production line of GE Power & Water in Greenville, USA].
Fonte: Folha de São Paulo.
Lin
Ao lançar uma nova linha de turbinas a gás, a companhia enxerga os problemas energéticos no país como oportunidade de negócios.

"A diversificação é essencial se você quer pensar no prazo, reduzir o custo da energia e minimizar o risco de um apagão", diz o responsável pelas vendas na América Latina, Alvaro Anzola.

Hoje, o Brasil gera 30% de sua energia por meio de termelétricas. O objetivo, no longo prazo, é elevar a disponibilidade dessas instalações para momentos de crise, em que os reservatórios das hidrelétricas estejam baixos.

Além disso, o governo quer substituir usinas que geram energia usando óleo diesel --mais caro e poluente-- pelas que utilizem gás natural.

"Gerar 80% da sua energia com água é incrível, porque quase não há custos. Mas não vivemos em um mundo em que tudo é previsível o tempo todo", diz Anzola.

De acordo com Anzola, a empresa tem conversado com executivos do setor e com o governo para demonstrar as vantagens da nova tecnologia. E há razões para o otimismo: na crise energética anterior, em 2001, a GE vendeu dez turbinas a gás para o mercado brasileiro, quase um quarto das 46 em operação pela companhia no país.

A GE HA, nova linha de turbinas da companhia, validada na fábrica de Greenville (Carolina do Sul), deve começar a ser entregue neste ano.

Já há 53 seleções para as turbinas em 11 países, incluindo seis no Brasil. O negócio, com a gaúcha Bolognesi --vencedora de leilão para a construção de duas térmicas no fim de 2014--, ainda não foi fechado, e a GE não divulgou o preço das turbinas.

Segundo Anzola, caso os contratos sejam assinados, elas podem entrar em operação no país no primeiro trimestre de 2018.


Importar gás

O aumento de turbinas a gás no mercado brasileiro enfrenta, no entanto, um entrave. Hoje, o país não tem combustível disponível para operá-las e teria de impor- tar gás até que a Petrobras comece a produzir em quantidades suficientes --o que não deve acontecer pelo menos até 2020.

"É lamentável que a oferta de gás natural ainda seja um problema no Brasil", diz Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil.

Ele afirma, porém, que é indispensável que o país possa contar com um parque termelétrico eficiente para completar a oferta de energia.

Fonte: Giuliana Vallone (Folha de S. Paulo).

sábado, 9 de maio de 2015

Casal cria empresa de aluguel de galinhas e expande por franquias

Os frangos também amam. Há quem defenda, inclusive, que galos, galinhas e pintinhos são capazes de olhar nos olhos e estabelecer vínculos, assim como cães e gatos, os pets mais comuns nos quintais do mundo. Por defender este sentimento genuíno, o casal Mark e Jen Tompkins, moradores de uma fazenda no interior do Estado da Pennsylvania, decidiu compartilhar com moradores da região o prazer que sentiam em criar frangos em casa.


Frangos alugados são recolhidos durante o inverno

Para tanto, os dois fundaram a Rent-a-chicken, empresa responsável por alugar (sim, alugar) galinhas para clientes que desejam ter ovos frescos sem precisar ir ao supermercado, ou mesmo desfrutar de momentos agradáveis na companhia de uma penosa.

A ideia é simples: por um valor inicial de US$ 350, Mark e Jen levam até a casa do cliente um par de galinhas poedeiras, uma gaiola, suplementos alimentares e água para o período do aluguel dos animais, que acontece entre os meses de maio e novembro, temporada de temperaturas amenas. Durante o inverno, o casal recolhe todos os frangos alugados para um tratamento especial.

Os parceiros têm como principal impulso para o negócio a procura cada vez mais constante por produtos orgânicos e pela qualidade nas refeições das famílias. Para isso, nada melhor do que ter um frango no quintal de casa, o que possibilita aos clientes viver uma experiência de "fazenda urbana", como explica o site da Rent-a-chicken.

O aluguel de frangos fez tanto sucesso que Mark e Jen já começaram a expandir o negócio, que existe desde 2013, por meio de franquias. Unidades já podem ser encontradas nos estados norte-americanos de Michigan, Massachusetts e Maryland.

Lâmpada flutuante ilumina por 50 mil horas


O magnetismo pode ser realmente fascinante. E para o designer Simon Morris, o magnetismo é ferramenta de trabalho. Sua maior ambição até então era construir uma lâmpada flutuante que funcionasse sem baterias.


Flyte funciona por até 11 anos

O projeto ganhou corpo e hoje a Flyte busca financiamento coletivo no portal Kickstarterpara poder ser comercializado. Lançando mão da tecnologia sem fios, do magnetismo e de outras grandes invenções e descobertas da humanidade, sua equipe projetou uma lâmpada flutuante com a proposta "sutil e elegante", cuja base de madeira é composta por cinzas, carvalho e nogueira reutilizados.

A lâmpada ilumina automaticamente quando é colocada acima da base de madeira e é ligada e desligada com um toque. A base é conectada à parede por um fio, fornecendo a energia para a luz. Quando não está ligado, o dispositivo pode ser usado para carregar telefones.

A Flyte é alimentada por LEDs de longa duração, então a ideia é que a lâmpada nunca precise ser trocada. Morris estima que o bulbo duraria cerca de 50 mil horas, ou 12 horas por dia, durante 11 anos.

Um modelo de Flyte premium já está disponível em uma edição limitada, por US$ 529. A ideia é que a primeira versão da lâmpada chegue ao mercado em outubro.


http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,lampada-flutuante-ilumina-por-50-mil-horas,5720,0.htm

Mini-robôs têm a força de um Super-Homem


Inspirados na anatomia das osgas e das lagartas, os protótipos têm uma força que lhes permite puxar 2000 vezes o seu peso.

Uma equipa de engenheiros mecânicos da Universidade de Stanford, na Califórnia, criou robôs minúsculos, mais pequenos que um polegar, com nove e 12 gramas, cada um, que conseguem puxar 2000 vezes o seu peso, qualquer coisa como uma pessoa a puxar uma baleia azul de 180 toneladas. Inspirados na biologia animal, os micro-robôs deslocam-se com a ajuda de adesivos especiais que lhes dão características semelhantes às das patas das osgas.

Nas fotografias e vídeos que a equipa do Biomimetics and Dextrous Manipulation Lab, em Stanford, mostra na página do projecto, dois pequenos robôs dão provas da sua força. Não deixa de ser impressionante ver um robô de 12 gramas de peso a arrastar uma caneca cheia de café, ou um outro de nove gramas a subir um prédio com um quilo de peso às costas, qualquer coisa como um ser humano a trepar por uma parede com um elefante adulto pendurado à cintura. Num outro vídeo, um robô com apenas 20 miligramas de peso consegue carregar 0,5 gramas de peso.

Isto é possível devido a uma tecnologia adesiva controlável. Os robôs têm adesivos nos pés. Estes adesivos são inspirados nas patas das osgas, que têm um enorme poder de aderência em superfícies. Nos pés dos robôs foram colocados adesivos cobertos por espigões de borracha minúsculos. Quando é exercida pressão sobre esses adesivos, os espigões dobram-se, aumentando a sua área de superfície e, assim, a sua aderência. Quando deixa de existir pressão, os espigões voltam à sua posição inicial e a aderência diminui.

Além das osgas, a forma como os robôs se movimentam é inspirada nas lagartas, como explicou a equipa ao site News Scientist. Tal como uma lagarta, um dos pés do robô dá um passo em frente enquanto outro permanece imóvel para suportar o peso. Isso ajuda a evitar que o robô tombe e que consiga poupar energia.

Ainda numa fase experimental mas já com resultados significativos, a equipa de engenheiros mecânicos que construíram os robôs, alguns debaixo de um microscópio devido à sua dimensão reduzida, acredita que estes podem vir a ser úteis na deslocação de pesos pesados em fábricas ou em locais de construção civil. Os robôs podem ainda vir a ser utilizados em situações de socorro, por exemplo.

Para já, o tamanho reduzido dos robôs e a velocidade a que se deslocam impedem que sejam usados em operações de grande envergadura. Os protótipos vão ser apresentados em Maio na Conferência Internacional de Robótica e Automação que se realiza em Seattle, Estados Unidos.

Fonte: http://publico.uol.com.br/tecnologia/noticia/estes-minirobos-tem-a-forca-de-um-superhomem-1693881